quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O PROFESSOR INDÍGENA E A LINGUAGEM ALGÉBRICA: INDICADORES DE NECESSIDADE PARA ELABORAÇÃO DO LIVRO DIDÁTICO DE MATEMÁTICA EM GUARANI-KAIOWÁ

Maria Aparecida Mendes de Oliveira
Elizabeth Matos Rocha
Claudia Angela da Silva 
Rogério de Oliveira

Resumo
Este trabalho apresenta e discute as limitações na compreensão da Álgebra frente
aos entraves da língua e da linguagem que remetem às especificidades dos saberes
matemáticos. Trata-se de um estudo em andamento que visa extrair indicadores que
justifiquem a elaboração de livros didáticos de Matemática em Guarani-Kaiowá,
considerando a falta de materiais didáticos específicos e adequados a essas comunidades.
O público pesquisado é formado por onze alunos da turma 2006 do curso de Licenciatura
Indígena Teko Arandu (Viver com Sabedoria), da Universidade Federal da Grande
Dourados (UFGD). A estratégia de pesquisa tem sido pautada na Resolução de Problemas
e visa perceber a leitura, a escrita, a interpretação e a compreensão algébrica dos alunosprofessores
a cerca dos enunciados redigidos. Até o momento, os estudos apontam para a
urgência na elaboração de livros didáticos de Matemática, em Guarani-Kaiowá, que
atendam e respeitem sua cultura, território e língua, ajudando a repensar o sentido da ação
cognitiva dos conteúdos sistematizados nas aldeias.

Palavras-chave: Povos Indígenas Guarani e Kaiowá. Linguagem Algébrica. Resolução de
Problemas.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Formandos indígenas juraram contribuir na luta do povo Guarani/Kaiowá


Formandos indígenas juraram contribuir na luta do povo Guarani/Kaiowá De beca e cocar, 39 formandos do Teko Arandu juraram lutar pelo seu povo através da Educação.
25/10/2011
Durante a solenidade de colação de grau da Licenciatura Intercultural Teko Arandu, realizada no último sábado, dia 22, na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), os 39 formandos juraram em português e em guarani contribuir na luta do povo Guarani/Kaiowá, como educadores.
Os 39 formandos são de aldeias da região da Grande Dourados e agora estão capacitados para lecionar nas escolas indígenas de todo o país, especialmente em Educação Intercultural, dentre uma das quatro habilitações previstas: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Sociais ou Matemática.
O juramento dos novos professores também enfatizou o fortalecimento da identidade da comunidade, a manutenção da língua, a forma própria de viver dos indígenas através de práticas educativas, com construção de caminhos de sustentabilidade para que possam retomar o sonho da terra sem males, com autonomia e fartura. No final do juramento, os indígenas ressaltaram que, para isso, é necessário terra, as terras tradicionais do povo Guarani/Kaiowá.
REZAOs formandos foram recebidos na entrada da solenidade com uma reza dos líderes tradicionais. Três deles compuseram a mesa de honra da colação de grau: Getúlio de Oliveira Juca, do Aty Guassu, o patrono Nelson Cabreira e a paraninfa, Tereza Espíndola.
Mais de 700 pessoas participaram da solenidade, entre elas, a comunidade acadêmica da UFGD, lideranças indígenas e políticas da região e do Estado.

acesse:http://www.ufgd.edu.br/

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

TÉCNICAS DIDÁTICAS DE UM PROFESSOR DE MATEMÁTICA EM CONTEXTO MULTICULTURAL

Este artigo visa a discutir as técnicas didáticas de um professor indígena. Assim sendo, o texto é fruto de uma pesquisa, em fase de desenvolvimento realizada no Programa de Mestrado em Educação Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que tem como objetivo analisar, especificamente, as articulações produzidas pelo docente em relação aos procedimentos metodológicos e conceituais implementados nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental. As fontes de dados são constituídas por cadernos de estágio do docente; pela observação direta de aulas e por entrevistas. A intenção subjacente ao objetivo norteador da pesquisa é estudar o desafio didático de integrar esse nível de escolaridade como uma totalidade. O referencial teórico adotado é constituído por alguns conceitos propostos por Yves Chevallard para interpretar as atividades matemáticas a partir de um viés antropológico. Para complementar esse referencial, são usadas noções de conteúdo, disciplina e cultura escolares, conforme proposta de André Chervel e compartilhadas por outros autores que seguem o mesmo pensamento cultural. A pesquisa é qualitativa de cunho etnográfico de acordo com ideias de Marli André. Cabe destacar que trouxemos um recorte da pesquisa em que se pode observar algumas técnicas didáticas do professor indígena de Matemática, tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais do Ensino Fundamental.
Acesse: http://www.neppi.org/eventos/4sustentabilidade/anais/caderno_resumos.pdf página 89.

TIPOS DE TAREFA DE UM PROFESSOR DE MATEMÁTICA EM CONTEXTO MULTICULTURAL

Este artigo é recorte da pesquisa, em fase de desenvolvimento realizada no Programa de Mestrado em Educação Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, visa discutir os tipos de tarefas de um professor indígena.
Apresentação no X ESEM-Encontro Sul-Matogrossense de Educação Matemática (SBEM/MS)
X ESEM- https://sites.google.com/a/sbem-ms.com.br/esem/home

UFGD forma novos professores indígenas em curso pioneiro no país

A Fomatura da primeira turma do curso intercultural indígena Teko Arandu.
 Uma conquista dos professores indígenas Guarani e Kaiowá, foi uma honra poder colaborar para formação destes professores. Parabéns a todos formandos da Turma Renato Gomes Nogueira em Especial a turma de Matemática com quem pude compartilhar muitas experiências.
http://www.ufgd.edu.br/noticias/ufgd-forma-novos-professores-indigenas-em-curso-pioneiro-no-pais

As Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação

Este site tem por objetivo trazer algumas reflexões em relação as Tecnologias da        Informação e Comunicação na Educação e na formação de professores de matemática,
 buscando discutir conteúdos de geometria utilizando aplicativos e Software entre outros
recursos didáticos-pedagógicos, buscando fazer diferentes atividades.
TICS- Tecnologias da informação e comunição, designa o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para a geração e uso da informação e da comunicação. No processo educativo, as TICs são usadas com a finalidade de apoiar e melhorar a aprendizagem dos alunos, bem como no desenvolvimento de ambientes de aprendizagem. (MIRANDA, 2007). 
Mais informações no site: https://sites.google.com/site/asticsnaeducacao/


Reflexão novas tecnologias!?
Assista o vídeo abaixo: http://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4 


Qualidades do professor em EAD

Ser educador na atualidade é mais desafiador do que nunca, pois a sociedade pós-moderna tem atributos (positivos e negativos) que jamais foram imaginados pelas educadoras de outrora, como: violência extrema, perigo das conexões em rede ao público jovem, bullying instituído com prática cotidiana, e a tecnologia em todas as facetas do fazer educacional, desde o ger
enciamento de uma escola até a interação entre os estudantes e os conteúdos.
TExto completo acesse: 

http://grupo1eadufgd.wikispaces.com/Qualidades+do+professor+em+EAD

Educação a distãncia

Avaliação em EAD





Sugestão de vídeo sobre EAD com a entrevista de Moran:
http://www.youtube.com/watch?v=MdPqYTWrkKc

 

Parte 2